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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Philosophy as The Discipline of The Disciplines por D.F.M.Strauss.

Philosophy as The Discipline of The Disciplines por D.F.M.Strauss.





D.F.M.Strauss, Philosophy as The Discipline of The Disciplines.
715 pp ISBN 978-0-88815-208-4.


http://www.amazon.com/asin/dp/0888152078/
http://www.amazon.co.uk/asin/dp/0888152078/
http://www.loot.co.za/shop/main.jsp

This new work by Danie Strauss must now be called The Definitive Statement regarding The Philosophy of The Cosmonomic Idea. In effect, it is the New Critique for the twenty first century in that it not only covers the entire range of the fundamental ideas developed by Herman Dooyeweerd more than seventy years ago, but it does so entirely within the spirit of Dooyeweerd’s work. Strauss systematically develops a number of themes that are troublesome in Dooyeweerd’s formulation and manages to provide us with significant resolutions. Perhaps the single most important contribution to theoretical analysis as such, is his elaboration of the relationship between Conceptual Knowledge and Concept Transcending Knowledge (Idea Knowledge). This relationship is central to all forms of discrimination and is pervasively evident in the cultural traditions of both the East and the West. This work will be the starting point for systematically coherent analysis in all disciplines as Strauss convincingly makes his case that Philosophy is the Discipline of The Disciplines.

Fonte via: http://www.allofliferedeemed.co.uk/strauss.htm

Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com / http://metodologiadoestudo.blogspot.com

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

Eliézer de Mello Silveira denunciou Luiz Mott ao Ministério Público Federal da Bahia: APOLOGIA DE CRIME DE PEDOFILIA. Luiz Motta, professor universitário, líder do movimento gay, petista, esquerdista, marxista e socialista da Universidade Federal da Bahia, agraciado por LULA por medalha, se orgulha de ter tido relações sexuais com mais de 500 homens, deve ir URGENTE PARA CADEIA POR FAZER APOLOGIA A PEDOFILIA. Um abismo chama outro abismo!

http://luis-cavalcante.blogspot.com/2011/12/eliezer-de-mello-silveira-denunciou.html

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

VÍDEO - Como Glorificar a Deus no Trabalho por John Piper

Como Glorificar a Deus no Trabalho Por John Piper
Após duas semanas na Austrália, finalmente estou em casa. Estou transbordando de gratidão a Deus por Seus servos que lá estão, e pelo prazer de trabalhar juntamente com eles em Brisbane, Sidney e nas montanhas de Katoomba.

Uma das conferências intitulava-se Comprometidos e era destinada aos "jovens trabalhadores", o que, em seu dialeto, significa jovens profissionais em ambiente de trabalho. Perguntaram-me, em uma entrevista, se considerava o foco desta conferência uma boa ideia. Respondi que sim, pois 1 Coríntios 10:31 diz: " Portanto,quer comais quer bebais, ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus."


Então perguntaram: Como jovens trabalhadores podem glorificar a Deus no trabalho? E eis a essência de minha resposta... Para ler o restante do post, clique aqui.









Fonte: http://www.youtube.com/editorafiel#p/f/1/h6DtfVzmCU8


Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Peter Drucker e o liberalismo

Peter Drucker e o liberalismo


A verdadeira raiz da liberdade está no movimento conservador, que ele corretamente apontou ser aquele que realizou a Revolução Americana.
"O segredo e a existência de nossa era não são a libertação e o desencontro do eu. Do que ela representa, o que deseja, o que criará - é o terror".

 Thomas Mann, em A Montanha Mágica

Foi que grande prazer que reli trechos do livro Melhor de Peter Drucker: Homem, Sociedade, Administração (São Paulo, Editora Nobel, 2001). Meus leitores devem se lembrar da resenha que fiz de outro livro dele, no qual sublinhei ter sido Drucker o único autor que, ainda nos anos setenta, fez o diagnóstico correto da sociedade norte-americana, apontando seu caráter coletivista, e foi ele o profeta da crise que se instalou desde 2008 (Economia Política da Crise). O autor fez o seguinte diagnóstico:

"1. A economia baseada em produtos primários "desatrelou-se" da economia industrial; 2. Na própria economia industrial, a produção desatrelou-se do emprego;3. Os fluxos de capital e não o comércio de bens e serviços tornaram-se o instrumento e a força motriz da economia mundial. É possível que os dois não tenham se desatrelado, mas o elo ficou bastante solto e, o que é pior, totalmente imprevisível. Essas mudanças são permanentes e não-cíclicas."

Drucker não tinha ainda vivido para ver o deslocamento de parte importante da base industrial dos EUA para a China, fenômeno que não tinha como imaginar. Em paralelo, multiplicou-se nos EUA (e no resto do mundo) a clientela do Estado, sob muitos pretextos - raciais, de sexo, recrutados para as guerras -, de tal modo que uma vasta camada de desocupados ou improdutivos passou a viver de renda estatal. Sem nenhum planejamento e até mesmo consciência do processo, os EUA construíram uma sociedade de bases coletivistas, que agora está em crise.

Drucker foi verdadeiramente clarividente quando escreveu: "A terceira mudança fundamental é o surgimento da economia simbólica - movimentos do capital, taxas de câmbio e fluxo de crédito - como diretriz da economia mundial, no lugar da economia real: o fluxo de bens e serviços - e acima de tudo, independente desta. É a mais visível e, no entanto, a menos compreendida das mudanças." Diante dele desenvolvia-se a economia mefistofélica do dinheiro falso, ancorada nas teorias dos irmãos siameses Milton Friedman e Keynes.

Coloco esse assunto como prolegômeno deste artigo. Peter Drucker foi muito mais do que um teórico da Administração. Foi um filósofo que percebia com muita nitidez o que se desenrolava ao seu tempo, que é o nosso tempo. Adiante ele vai incursionar pela filosofia política e aqui foi incisivo:

"É tido quase como um axioma na literatura política e histórica nossa liberdade ter raízes no Iluminismo e na Revolução Francesa. Essa crença é de tal modo generalizada, sua aceitação tão completa, que os descendentes do racionalismo do século XVIII apropriaram-se da palavra Liberdade, denominando-se liberais."

E mais: "Há uma linha reta que liga Rousseau a Hitler - uma linha que abrange Robespierre, Marx e Stalin. Longe de serem as raízes da liberdade, o Iluminismo e a Revolução Francesa representam as sementes do despotismo totalitário que hoje ameaça o mundo."

Claro que Drucker, como todos os grandes intelectuais do seu tempo, investigava a causa final do totalitarismo. E a achou. Ao contrário dos liberais tolos que enveredaram pela senda dos direitos humanos e da crença essencial no Estado como ente (ainda que reduzido) que pudesse salvar os homens dele mesmo, Drucker, como Leo Strauss, Eric Voegeline e outros filósofos do mesmo nível apontaram o dedo na direção certa: Roussseau e, com ele, toda a tradição totalitária que remonta a Epicuro.

Se Drucker aceitava as teses do livre mercado e do liberalismo econômico, não podia deixar der ver na vertente liberal o elemento revolucionário da mesma natureza que o marxismo. Ao escrever essas linhas provavelmente atraiu contra si a ira de muitos dos contemporâneos. Pode-se perceber que, do ponto de vista da filosofia política,Drucker foi essencialmente um conservador. Argumenta então duramente contra a razão, essa deusa entronizada pelo Iluminismo, ficando subentendido na exposição que forças superiores atuam na história. Ele completou:

"Todos os dogmas básicos do racionalismo durante os últimos cento e cinqüenta anos não foram apenas irracionais, mas basicamente anti-racionais. Isso foi verdade no racionalismo filosófico dos iluministas que proclamava a racionalidade inerente do homem e no racionalismo utilitarista da geração de 1848 que viu na ganância do indivíduo o mecanismo pelo qual a "mão invisível" da natureza promovia o bem comum. E é particularmente verdade no racionalismo do século XX que considera o homem determinado psicológica e biologicamente. Cada um desses princípios neganão só o livre-arbítrio, como também a razão humana. E cada um desses princípios pode ser transformado em ação política apenas pela força e por um governante absolutista."

Recuperar essa análise de Peter Drucker é essencial no momento, pois a crise que se desenrola está fazendo com que esses liberais "absolutistas" voltem com seus argumentos de outrora, sofismando ao dizer que o totalitarismo tem os meios para fazer superar as crises. Estamos vendo a Europa e o euro derreterem. A verdadeira raiz da liberdade está no movimento conservador, que ele corretamente apontou ser aquele que realizou a Revolução Americana. Os economistas de fachada liberal, apoiados em Friedman e Keynes, insistem em apregoar que sabem os caminhos que minoram o sofrimento humano, desde que tenham o poder absoluto para implantar o que julgam ser o mais racional. Mais Estado e não menos Estado, o chamado Estado mundial, é por isso que clamam os supostos liberais no momento, baseados em seu utilitarismoconsequencialista. Ler Drucker é um antídoto contra essas tentações totalitárias.

A conclusão de Peter Drucker não pode ser esquecida: "O mergulho de Rousseau no absoluto irracional tornou os conceitos básicos do Iluminismo politicamente eficientes." Cabe lutar para que, de novo e de novo, o totalitarismo não triunfe. É uma questão de vida ou de morte.



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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Lewis y Bonhoeffer como modelos de vida universitaria

Lewis y Bonhoeffer como modelos de vida universitaria

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INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA REFORMADA

Reformar a Sociedade Brasileira através da Reforma da Educação
e Cultura a partir da Cosmovisão Cristã, Reformada e Calvinista.

http://educacaoeculturareformada.blogspot.com/

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A desonestidade científica de Ulisses Capozzoli: 171 epistêmico sobre o status de teorias científicas no contexto de justificação teórica

A desonestidade científica de Ulisses Capozzoli: 171 epistêmico sobre o status de teorias científicas no contexto de justificação teórica

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INSTITUTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA REFORMADA

Reformar a Sociedade Brasileira através da Reforma da Educação e Cultura a partir da Cosmovisão Cristã, Reformada e Calvinista.
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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

VOCÊ É O NOSSO CONVIDADO ESPECIAL: Café da Manhã da UPH/IPO com Humberto Cagno

VOCÊ É O NOSSO CONVIDADO ESPECIAL: Café da Manhã da UPH/IPO com Humberto Cagno

VOCÊ É O NOSSO CONVIDADO ESPECIAL:
Café da Manhã da UPH/IPO com Humberto Cagno

TEMA:
Compatibilizando a Espiritualidade com o Trabalho.

PALESTRANTE:
Humberto Cagno
Presidente da Siemens Enterprise Communications para América Latina e Brasil e Presbítero da Igreja Presbiteriana do Alphaville e envolvido em vários ministérios na área de evangelização/missões, voluntariado e crescimento espiritual e ocupa a coordenação do Ministério dos Homens da Igreja.


Data: 06/08/2011 d.C - SÁBADO
Horário do Café: 8h00 às 9h00

Horário Palestra/Evento: 9h00 às 11h00

Local: Igreja Presbiteriana do Brasil em Osasco/SP

Rua Rev. Paulo Lício Rizzo, 207 - Centro

Osasco - SP - CEP.: 06018-010



ENTRADA FRANCA:

Confirmar a presença no fone (11) 3448-3124 ou
pelo e-mail: prof.luiscavalcante@bol.com.br


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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Abriram as Inscrições para o Congresso de Psicologia e Cristianismo no Mackenzie!

Abriram as Inscrições para o Congresso de Psicologia e Cristianismo no Mackenzie!


O Mackenzie vem oferecendo há vários anos congressos internacionais de grande porte onde são tratados temas relevantes para a comunidade acadêmica e para o público em geral. Nestes congressos procura-se abordar os assuntos do ponto de vista da confessionalidade cristã reformada do Mackenzie em diálogo com outros olhares e entendimentos.

Este Congresso sobre Psicologia e Cristianismo segue esta linha de abordagem. Os principais palestrantes, Dr. David Powlison e Dr. Eric Johnson, são doutores formados em universidades seculares na área de psicologia, e tratarão do tema do ponto de vista cristão. Outros palestrantes, igualmente preparados, lançarão um olhar secular e crítico sobre esta relação entre fé e psicologia.

É um momento inédito, em que uma Universidade de grande porte e renome encara o assunto Psicologia e Cristianismo pelo viés cristão sem perder o diálogo com outras abordagens do tema.

As inscrições já estão abertas. CLIQUE AQUI para se inscrever e para mais informações.

As palestras serão transmitidas ao vivo pela internet e ficarão disponíveis para download gratuito após o evento.

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/2011/07/abriram-as-inscricoes-para-o-congresso.html
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Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com

Apoio:

FRENTE BÍBLICA E POLÍTICA DE UNIDADE de Cristãos, Reformados, Calvinistas, Puritanos, Evangélicos, Teonomistas e Pentecostais para Orientação e Organização Política e Estabelecimento da Moral nas Eleições de 2012 e 2014 no Estado de São Paulo.
http://educacaoeculturareformada.blogspot.com/2011/07/frente-biblica-e-politica-de-unidade.html

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Atenção todos os reformados, calvinistas, presbiterianos e empreendedores. Palestra gratuita: Palestra de Economia Digital, onde será discutido: o mercado de Mobile, publicidade online e a integração social, educacional, tecnológica, entre outras tendências e oportunidades de mercado

A Distrital Centro da Associação Comercial de São Paulo e o FJE- ACSP Núcleo Centro, tem a honra de convidar V.S.a para a Palestra de Economia Digital, onde será discutido: o mercado de Mobile, publicidade online e a integração social, educacional, tecnológica, entre outras tendências e oportunidades de mercado.


Com os especialistas:

Pedro Anisio de Luna e Silva – CEO da Parsec. Digital.

Tablets e a Indústria de Tablets no Brasil.

Luis Felipe Cota – Co-Fundador da Goomark Publicidade On Line.

Dicas de como vender pela internet

Patrícia Barardi – Gerente de Negócios da Supportcomm

Soluções de SMS para micro e pequenas empresas

SUA EMPRESA PRECISA ENTRAR NA ECONOMIA DIGITAL

ESTA É A OPORTUNIDADE!

Agenda:

18:30 às 19:00 Pré-networking

19:00 às 20:30 Painel Economia Digital

20:40 às 21:00 Networking e coquetel

Data: 21 de Junho de 2011 (terça-feira) Local: Auditório da ACM – Associação Cristã de Moços - Rua Nestor Pestana, 147, Centro Inscrições: 3208-4096 / 3208-5753 ou dcentro@acsp.com.br

Realização:

Parceria:

Palestra gratuita!


Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

segunda-feira, 13 de junho de 2011

GESTÃO POR PROCESSOS - Evento Gratuito

GESTÃO POR PROCESSOS - Evento Gratuito

Data: 28 de junho de 2011
Horário: 19h30 às 21h00


Local: Fundação Vanzolini
Av. Paulista, 967 – 5º andar


Gestão Por Processos: A necessidade da evolução de uma estrutura funcional departamentalizada para uma estrutura de Gestão por Processos


Objetivo:


Organizar uma Companhia em torno de funções; trabalhos em torno de tarefas num mundo competitivo como o atual não é mais adequado. É necessário que as atividades empresariais sejam vistas não em termos de funções, departamentos ou produtos, mas como PROCESSOS CHAVE.


Público-Alvo:


Empresários, Diretores, Dirigentes, Gerentes e Técnicos de micro e pequenas empresas.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO


Introdução
Gerenciamento Tradicional
Gerenciamento por Processos e a necessidade de mudança de departamento para o processo chave
Equipe da Gestão por Processos
Definição dos processos chave para serem melhorados
Algumas das principais ações a serem tomadas.


Palestrante: Roberto Gilioli Rotondaro


Mestrado e Doutorado em Engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - EPUSP; Diretor da Área de Desenvolvimento Gerencial da Fundação Carlos Alberto Vanzolini; 25 Anos de Experiência na Indústria nas Áreas de Engenharia de Processos, Qualidade, Produção. Professor Doutor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - EPUSP; Coordenador do MBA Gestão de Operações Produtos e Serviços do Departamento de Engenharia de Produção da EPUSP; Black BELT Seis Sigma;Coordenador do Livro; Seis Sigma – Estratégia Gerencial para a Melhoria de Processos, Produtos e Serviços Edt. Atlas 2002


INSCREVA-SE JÁ,
clique aqui
http://www.fiesp.com.br/micro-empresa/curso-palestra/palestra/gestaoporprocessos_vanzolini.aspx?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=conv-dempi-gestao-processos




INFORMAÇÕES:


Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria da FIESP
Telefones: (11) 3549-4232/4446/ 4453
e-mail: cursos@fiesp.org.br


REALIZAÇÃO:


Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - FIESP
Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria - DEMPI
Fundação Vanzolini
 
Divulgação: http://luis-cavalcante.blogspot.com/

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Tecnologia: O que há por trás da aquisição da Skype pela Microsoft por US$ 8,5 bilhões?

Rumores de que o Facebook ou a Cisco comprariam a Skype foram desmentidos na terça-feira quando a Microsoft, numa transação de US$ 8,5 bilhões, comprou o serviço de comunicação por voz e vídeo online. A maior parte dos analistas saudou a aquisição classificando-a de jogada inteligente, uma vez que coloca a Microsoft na vanguarda dos mercados emergentes de vídeo e telefonia virtuais. Contudo, há quem duvide disso, uma vez que a aquisição prévia da Skype pelo eBay terminou em baixas contábeis de US$ 1,4 bilhão. Será que a Microsoft e a Skype conseguirão uma boa sintonia cultural? A Microsoft teria pago um preço alto demais por uma empresa que continua a dar prejuízo? A Knowledge@Wharton discutiu essas e outras questões com Eric Clemons e Kevin Werbach, professores da Wharton.

http://www.wharton.universia.net/index.cfm?fa=viewArticle&id=2066&language=portuguese

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Empresários e Empreendedores Reformados e Calvinistas: ENCONTRO EMPRESARIAL BRASIL - SUÉCIA

Evento: Encontro Empresarial Brasil-Suécia

Local de realização:

Edifício Sede da FIESP - Espaço FIESP

Data do evento: 18/5/2011

Horário do evento: 09:30 às 13:00

Programa: ENCONTRO EMPRESARIAL BRASIL - SUÉCIA

Com a presença do Primeiro Ministro do Reino da Suécia, Fredrik Reinfeldt


Programa

09h30 - Credenciamento e Café de Boas Vindas

10h00 Abertura

- Pronunciamento do Vice-Presidente da FIESP, Sr. João Guilherme Sabino Ometto
- Pronunciamento do Primeiro Ministro Fredrik Reinfeldt

10h30 Introdução ao Debate

10h35 Pesquisa e Inovação para uma Economia Verde

10h45 Construção Sustentável

11h05 Infraestrutura e Transporte Sustentável

11h25 Resíduos Sólidos e Água

11h45 Debate entre os Integrantes da Mesa e Perguntas Escritas do Público

12h15 Encerramento


Faça a inscrição online

sábado, 30 de abril de 2011

CONSTRUINDO UM BRASIL COMPETITIVO - Inovação e Sustentabilidade - Universidade Presbiteriana Mackenzie

PALESTRAS DA 10ª SEMANA DO CCSA - CAMPUS SÃO PAULO - Universidade Presbiteriana Mackenzie

CARLOS ALBERTO SARDENBERG
Palestra de Abertura: Sustentabilidade e Inovação: Perspectivas para a Indústria no
Quadro Econômico Nacional
Data: 09/05/2011 Local: Auditório Ruy Barbosa Horário: 20 horas

LUIZ PAULO ROSENBERG

Palestra: Corinthians: em Case de Marketing

Data: 09/05/2011 Local: Auditório Ruy Barbosa Horário: 10 horas
 
DAVID NEELEMAN
Palestra: A Excelência na Prestação de Serviços
Data: 10/05/2011 Local: Auditório Ruy Barbosa Horário: 18h30min

CONSTANTINO OLIVEIRA JÚNIOR
Palestra: Perspectivas e desafios para a aviação na Copa de 2014
Data: 10/05/2011 Local: Auditório Ruy Barbosa Horário: 20h30min

JOSÉ ANTÔNIO FERNANDES MARTINS

Palestra: Inovação Caminho para Crescimento

Data: 11/05/2011 Local: Auditório Ruy Barbosa Horário: 20 horas

DR. CLAUDIO FELISONI DE ANGELO
Palestra: Crescimento e distribuição de renda: a sustentação de padrões mais elevados de consumo
Data: 12/05/2011 Local: Auditório Ruy Barbosa Horário: 10 horas

JAYME BRASIL GARFINKEL
Palestra: Mercado Segurador Brasileiro em Perspectiva

Data: 12/05/2011 Local: Auditório Ruy Barbosa Horário: 20 horas

LUIZ FELIPE SCOLARI
Palestra: Liderança e Gestão de Equipes

Data: 13/05/2011 Local: Auditório Ruy Barbosa Horário: 20 horas

INSCRIÇÕES: http://www.mackenzie.br/eventosccsa.html

Fonte: http://www.mackenzie.br/fileadmin/Graduacao/CCSA/Administracao/Briefing_dos_Palestrantes_10_Semana_CCSA_SP__2_.pdf

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Como manter um fluxo de caixa saudável

Clique no link abaixo para acessar a matéria;
http://professorluiscavalcante.blogspot.com/2011/04/como-manter-um-fluxo-de-caixa-saudavel.html

ESTUDO: Fé melhora a vida das pessoas no Brasil, diz pesquisa

Dados sobre o hábito de consumo brasileiro mostram que os emergentes são mais devotos que a elite e que isso contribui para a melhora de vida

Uma pesquisa sobre o consumo nas classes sociais brasileiras revela que os emergentes são mais devotos que a elite e que a fé dá esperança para que a pessoa procure uma vida melhor e prospere.

O Data Popular, instituto que pesquisa o mercado popular no Brasil, elaborou um estudo sobre os hábitos de consumo nas classes mais baixas e achou relevante coletar os dados sobre o pagamento do dízimo na sociedade brasileira.

O resultado dessa pesquisa revela que 8% da classe AB (com renda maior que 10 salários mínimos) entrega o dízimo, enquanto que na classe C (renda de 4 a 10 s.m.) 18% o fazem e na classe D (entre 2 e 4 s.m) 23% tem o hábito de entregar o dízimo.

De acordo com Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto, isso prova que “os emergentes são mais devotos que a elite e que sua fé contribuiu para que melhorassem de vida”.

Ele explica o fato dando um exemplo bastante comum, parecido com o que ouvimos sempre em testemunhos nas igrejas evangélicas:

“Um cara que chegou do nordeste e ainda está desambientado na cidade, procurando emprego etc e tal. Esse cidadão passa em frente à igreja e alguém o cumprimenta com simpatia e o convida para entrar, e ainda o deixa sentar na primeira fileira, o que contribui para elevar sua autoestima e a crença em si mesmo. Esta sensação de acolhimento, somada ao discurso de fé, faz com que este cidadão, antes inseguro, comece a acreditar em si mesmo, e com isso, invista em sua educação, e ganhe fôlego para procurar um emprego melhor.”

Mais do que um milagre do ato de dizimar, o pesquisador mostra que a igreja cria um ambiente que faz com que essa pessoa amplie seus círculos de amizades e isso também ajuda com indicações de trabalhos e direcionamento em todos os setores de sua vida.

Se o homem citado no exemplo de Renato Meirelles conseguisse um emprego e passasse a ganhar um salário de R$900,00 (estaria enquadrado na classe E – até 2 salários mínimos) e depois de alguns meses conhecesse na igreja e se cassasse com uma mulher que ganhe R$800,00 eles passarão a ter uma renda familiar de R$1.700,00 o que compreende a classe D.

Podemos notar que o discurso das ministrações é que faz a pessoa mudar de atitudes e consequentemente passe a viver em um patamar financeiro melhor. “A igreja mostra que é possível melhorar de vida, e este cidadão munido de fé, renova sua autoestima e esperanças, e consequentemente, prospera”, diz Renato Meirelles.


Fonte: Gospel Prime e http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=13273

quarta-feira, 13 de abril de 2011

I FORUM DE ESPIRITUALIDADE NAS ORGANIZAÇÕES NO MACKENZIE - Entrada Franca



PROGRAMAÇÃO

13/04/2010
CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Tema: Perspectivas sobre trabalho na Filosofia, na Teologia e na Pesquisa
Conferencista: Ms. Solano Portela - Diretor de Finanças e Planejamento - IPM
Local: Auditório João Calvino
Horário: 20h00

14/04/2010 - PALESTRAS
Local: Auditório João Calvino
09h00 às 12h00

Palestra 1: Trabalho na Visão Calvinista
Palestrante: Dr. Hermisten Maia Pereira da Costa – PPG Ciências da Religião - UPM
Local: Auditório João Calvino
Horário: 09h00

Cooffe Break: Saguão do Auditório João Calvino
Horário: 10h00 às 10h30

Palestra 2: Espiritualidade, Dignidade e Mentoring
Palestrante: Dra. Sonia Calado Dias - PPGA - UBV
Local: Auditório João Calvino
Horário: 10h40

14/04/2010 - MESA REDONDA
Local: Auditório João Calvino
13h30 às 15h30

Moderador: Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes

Cooffe Break: Saguão do Auditório João Calvino
Horário: 13h30

Tema 1 (14h00): Espiritualidade e o Ambiente de Trabalho: desafios à gestão
Palestrante: Dr. Leonildo Silveira Campos – PPG Ciências da Religião – Metodista

Tema 2 (14h30): Espiritualidade na Universidade Presbiteriana Mackenzie
Palestrante: Dr. Roberto Borges Kerr – UPM

Encerramento: 15h30

Fonte: MACKENZIE

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Empresas geridas por cristãos combinam vocação e empreendedorismo

Ken Crowell, empresário de setenta e cinco anos de idade, caminha em meio às linhas de montagem de sua indústria, a Galtronics, situada na Galiléia, norte de Israel. Especializada na fabricação de componentes eletrônicos, a fábrica produz antenas para equipamentos sem fio e é fornecedora de gigantes como a Motorola e a Samsung, tendo já batido a marca de um bilhão de unidades vendidas. Satisfeito, Crowell passeia pelas instalações da empresa conversando com os sorridentes trabalhadores, todos vestidos de azul escuro. Um visitante desavisado que os visse assim, uniformizados, poderia ter a impressão de que se trata de um grupo homogêneo, composto por trabalhadores com origem e estilo de vida semelhantes. Engano. Ali, mais de 300 operários árabes, judeus e cristãos trabalham juntos e em paz, alheios às desavenças que fazem seus conterrâneos se digladiarem lá fora. Alguns desses empregados já estão na indústria há mais de vinte anos. Eles desfrutam de ótimos salários e benefícios trabalhistas – inclusive, bufê a custo subsidiado no almoço, do tipo “coma tudo o que puder”.

Um letreiro na entrada do prédio da Galtronics com os dizeres “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará”, o texto do Salmo 37.5, revela a fé de seu proprietário. Crente em Jesus, Ken Crowell é um dos pioneiros em um tipo de visão empresarial que tem ganhado corpo ultimamente: é o chamado modelo BAM, sigla em inglês para Business as Mission (Negócios como missão). Combinar negócios com obra de Deus é uma idéia geralmente vista com desconfiança, mas atualmente, empreendimentos de orientação evangélica como a Galtronics estão se expandindo rapidamente por todo o mundo, como parte de um movimento em ascensão que visa gerar riquezas tanto temporais quanto espirituais. O dono descreve sua visão quando implantou a empresa, em 1978: “O chamado era primeiramente para ir a uma área onde houvesse pouco ou nenhum testemunho cristão, para dar emprego a crentes e a não-crentes em um ambiente seguro de trabalho – e, dessa maneira fornecer o apoio necessário para a edificação de uma igreja local”.

A coisa deu tão certo que a Galtronics já viu nascer de suas fileiras uma igreja que hoje tem 400 membros. Ao mesmo tempo, os negócios vão muito bem, obrigado. O grupo já inaugurou unidades na China e na Coréia do Sul, além de cinco outras fábricas de menor porte em outros pontos da Galiléia. “Elas são gerenciadas por crentes que conhecem a visão da empresa”, afirma Crowell. O fenômeno tem vários nomes: “Negócios do Reino”, “empresas do Reino”, “missões a favor do lucro” ou “empresas da grande comissão”, para citar apenas alguns. Os observadores concordam que o movimento já é imenso e está crescendo em ritmo acelerado. “Esta é a grande tendência do momento e todos estão querendo participar”, afirma Steve Rundle, professor associado de economia da Biola University e autor do livro Great Commission Companies (“Empresas da grande comissão”), lançado em 2003. Ele já tem outra obra do gênero no prelo, a ser lançada com o título An Overview of Business as Mission, algo como “Uma visão geral dos negócios como forma de se fazer missões”, escrito em co-autoria com Neal Johnson, especialista em BAM.

Lucros e bênçãos

Os empresários do movimento utilizam os empreendimentos comerciais não apenas como forma de obter retorno financeiro, mas a fim de gerar empregos, prestar serviços à sociedade e servir de veículo para a disseminação do Evangelho. O negócio em si é um meio de divulgar a fé em Cristo e plantar igrejas. E cada vez mais, empresas do gênero adquirem um tom de globalidade, gerando empregos em países em desenvolvimento – o que as faz diferir diametralmente da visão missionária tradicional, quando o máximo que se fazia era o assistencialismo. Além disso, fazem discípulos que levam a Palavra a uma comunidade maior e mais difícil de ser alcançada: o mundo corporativo.

No ano passado, o jovem Bill Yeager, 28 anos, de Montrose, cidade do estado norte-americano do Colorado, investiu o equivalente a R$ 80 mil de suas economias, obtidas com o sucesso de sua empresa de software, em uma idéia radical. Filho de ex-missionários no Quênia, Yeager começou identificando e treinando mais de 1.200 fazendeiros naquele país africano para que cultivassem cebola orgânica. Nascia o Yeager Kenya Group, cujo objetivo é a exportação para o crescente mercado de comida natural na Europa e nos Estados Unidos.

“Compreendi que podia abrir um negócio com o objetivo de melhorar a vida daquele povo”, declara o engajado Yeager. Com outros R$ 140 mil de investidores externos, ele está completando o caro treinamento do seu primeiro grupo de produtores agrícolas, todos membros de igrejas evangélicas quenianas. Ao fim do processo, a renda de cada um poderá saltar de irrisórios R$ 1 mil por ano para R$ 20 mil no mesmo período. “É arriscado, mas acredito de todo o coração que esse negócio irá decolar”, sonha o empreendedor.

É difícil estimar o número atual de empresários ligados a esse modelo para lá de original de gestão de negócios. “Não somos os grandes idealizadores”, reconhece Johnny Combs, dirigente da Paradigm Engineering, empresa sediada no Texas, EUA. “Somos fazedores”, explica ele, que se tornou uma espécie de consultor do ramo. Nos últimos anos, mais de 2 mil livros e 800 organizações sem fins lucrativos vêm estimulando a combinação de trabalho e fé no ambiente profissional. Eles dedicam todos os seus esforços a uma tendência ainda mais abrangente, o empreendedorismo social,que advoga o uso do capitalismo no lugar do assistencialismo a fim de resolver dramas como o da pobreza.

Profissional do Reino

Os “bamers”, como são chamados, identificam um nicho, elaboram um plano de negócios com seriedade e então partem para a ação. Em geral eles acumulam capital ao invés de angariar fundos, pois sabem que só ideais não são suficientes para alcançar os objetivos do movimento. É preciso gerar dinheiro. Tudo começou no início da década de 1980, quando um grupo de executivos americanos formou a Intent, organização que teve papel inicial importante na eclosão do movimento das empresas espiritualmente responsáveis. Seus membros incluíam Clem Schultz, que em 1989 adquiriu o controle da AMI, uma fábrica do setor de tecnologia instalada na Ásia. Desde a juventude, Schultz, agora na casa dos 50 anos, sentia-se chamado para missões no Oriente. Só não imaginava de que maneira que cumpriria o “Ide” de Jesus. Atualmente, as vendas da AMI variam de 30 a 50 milhões de dólares anuais e sua atuação diversificou-se. O grupo, que inclui uma editora de livros baseados em princípios e valores do cristianismo, opera 10 unidades na Ásia, empregando em torno de mil pessoas.

Os elevados investimentos da holding e sua ficha de bons serviços prestados lhe renderam o favor de governos locais e nacionais asiáticos. “Recebemos enormes incentivos ao nos estabelecermos em novas áreas”, declara Schultz. Ao contrário do que se poderia imaginar, a fé não é fator determinante para a contratação – tanto que os cristãos estrangeiros na força de trabalho da AMI totalizam apenas 5% do efetivo, representando oito diferentes nacionalidades. Mas o testemunho que dão é marcante, mesmo em um continente de pouca tradição cristã. “Quando as pessoas vêem gente oriunda da África do Sul, dos Estados Unidos ou da Inglaterra compartilhando o mesmo local e a mesma crença em Jesus, nossa fé se apresenta muito mais robusta”, declara o executivo.

A Intent está otimista em relação às possibilidades de negócios como forma de se fazer a obra de Deus. “O dia do profissional do Reino nas missões mundiais é chegado”, anuncia a literatura distribuída pela organização. “As pessoas que ainda não ouviram o Evangelho de Jesus Cristo serão alcançadas, de forma mais relevante, por profissionais do Reino que utilizarem suas habilidades, recebidas de Deus e talhadas pelo mercado, como seu passaporte legítimo para as nações”. Esta visão contemporânea da obra missionária encontra entusiastas também aqui no Brasil.

“Retornos eternos”

“Serviços bem feitos podem mudar vidas, melhorar a sociedade e glorificar a Deus”, diz Thomas Sudyk, diretor do EC Group International, que atua no ramo de terceirização de mão de obra. A força de trabalho, no caso, é daquelas que nem sempre encontra vagas no mercado. A empresa recruta funcionários entre deficientes físicos na Índia, oferecendo-lhes treinamento na área de tecnologia da informação. “Esperamos que nossos esforços sejam vistos como bênção de Deus, através do fornecimento de empregos, de um lugar decente para se trabalhar e de um salário justo”, enfatiza Sudyk. Ele começou identificando um nicho praticamente inexplorado: transcrições de registros médicos. Contratou um gerente cristão em Chennai, na Índia, e montou o negócio fazendo um investimento de capital da ordem de R$ 300 mil. Hoje, com mais de 60 funcionários, o EC Group presta serviços para um só cliente, uma empresa médica americana que terceirizaria o trabalho da equipe indiana de Sudyk.

“O nosso negócio não é para aqueles que só estão em busca de lucro”, ressalta Ken Crowell, o proprietário da Galtronics, de Israel. “Mas se o que o empresário procura é gerar retornos eternos, em uma empresa onde pode abrir uma Bíblia no escritório ou se sentir confortável evangelizando os colegas de trabalho – conquistando frutos que as missões tradicionais talvez nunca alcancem –, este é o caminho”, ensina. (Tradução: Pedro Bianco; adaptação e redação: Carlos Fernandes)

Fé e trabalho

Em 1999, Randy Russ era o presidente e o CEO da Community Coffee, uma das maiores empresas cafeeiras dos Estados Unidos. Motivado por sua fé cristã e pela descoberta de um tipo de café de excelente qualidade em uma região da Colômbia arruinada pela guerrilha, Russ e sua empresa iniciaram um relacionamento com 500 famílias de fazendeiros naquele país sul-americano. Eles formaram uma cooperativa de ex-concorrentes para garantir a excelência e a distribuição do produto. Preços comerciais justos elevaram o padrão de vida local, e um bônus anual por desempenho é investido em projetos de desenvolvimento social.

Com o apoio de órgãos do governo, os fazendeiros construíram uma escola técnica de agricultura de nível médio, investiram em equipamento e melhoraram sua alimentação com o desenvolvimento da piscicultura. “Basicamente, a expectativa é de que milhares de outros empresários resolvam utilizar seus talentos e habilidades para negócios no compartilhar das boas novas do Evangelho através de suas atividades comerciais”, declara Russ.

Fazedores de tendas

Surgida em 2001, a Associação Brasileira de Fazedores de Tendas (AFTB) é uma entidade que congrega profissionais de diversas áreas em torno de um objetivo: fazer de sua atividade um vetor para a propagação do Evangelho de Cristo. Inspirados no exemplo do apóstolo Paulo – que, segundo o livro bíblico de Atos dos Apóstolos, exercia o ofício de fazedor de tendas como meio de sustento e aceitação social para poder pregar o cristianismo –, professores, engenheiros, advogados, médicos e agrônomos, entre pessoas de outros perfis profissionais, usam sua capacitação para viabilizar o trabalho missionário em nações ou regiões onde o evangelismo tradicional é restrito e até proibido. Segundo a Interserve, agência que envolve cerca de 750 profissionais missionários espalhados pela chamada Janela 10/40, região onde estão a maioria dos povos não-alcançados pelo Evangelho no mundo, “fazedores de tendas são discípulos de Jesus Cristo que, chamados por Deus e comissionados pela Igreja, usam seus dons, talentos e habilidades profissionais para servir ao Senhor em um contexto transcultural”.

A idéia básica é obter autorização legal para trabalhar em determinado país e, assim, poder testemunhar acerca de Cristo. Por isso mesmo, quem se envolve neste tipo de ministério é também conhecido como missionário bivocacionado. “O envio de profissionais para o campo é uma tendência das missões modernas”, afirma David Botelho, dirigente da Missão Horizontes na América Latina. “Lá, eles atuam em suas áreas de atividade secular e, paralelamente, anunciam o Evangelho de acordo com as oportunidades que ajudam a criar.” Ligada à Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB), a ABFT atua em parceria com outras organizações, como o Centro Evangélico de Missões (CEM), na capacitação missionária de profissionais. (C.F.)

Fonte: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=13199

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Facebook oferece ferramenta para transformar perfil pessoal em profissional

Recurso permite nomeação de administradores para a página, além de transformar amigos em fãs de forma automática.

Agora seu perfil do Facebook pode ser facilmente convertido a uma página de negócios, transformando todos os seus amigos em fãs. Com uma nova ferramenta disponibilizada pela rede social, você pode montar uma página para um local, produto, companhia e, até mesmo, pra você.

O recurso pode facilitar a vida de celebridades que, por falta de opção, acabavam usando os perfis pessoais como perfis profissionais. Para estas pessoas, algumas ferramentas de visulização de visitantes e nomeação de administradores prometem facilitar a vida dentro da rede social.

No entanto, nem tudo é perfeito. Com a nova página, o Facebook exclui mensagens, fotos e tudo o que estava anteriormente em seu antigo perfil. Portanto, tenham cuidado e façam backup, caso queiram testar a ferramenta. Lembrando que, pelo menos por enquanto, a decisão não tem volta.

Maiores informações no link abaixo: http://olhardigital.uol.com.br/jovem/redes_sociais/noticias/transforme_seu_perfil_do_facebook_numa_pagina_profissional

quarta-feira, 23 de março de 2011

Augustus Nicodemus comenta sobre o movimento de espiritualidade



Como eu já disse em outras postagens, sempre achei curioso, para dizer o mínimo, que liberais estejam aderindo ao movimento de "formação espiritual" ou simplesmente "espiritualidade." Não estou dizendo que todo mundo envolvido neste movimento é liberal. Conheço vários que não são. Mas certamente é intrigante ver liberais fazendo palestras sobre espiritualidade e defendendo suas práticas.

Também já mencionei antes algumas razões pelas quais, na minha opinião, isto ocorre. Essa semana pensei em mais duas delas, que permitem ao movimento de espiritualidade justificar a existência de igrejas minúsculas, que não crescem e que são voltadas para obras sociais. Ou seja, igrejas típicas dos liberais. Explico.

Primeiro, o movimento de espiritualidade ataca as igrejas grandes por fomentar o ativismo e o envolvimento dos seus membros em múltiplas atividades, sem lhes deixar tempo para meditar, jejuar, ficar em silêncio ou praticar as disciplinas espirituais. Além disto, estas igrejas grandes, conforme a análise dos espiritualistas, acabam estimulando o materialismo e a busca de posições sociais e financeiras melhores, deixando de enfocar a vida espiritual. Partindo do entendimento de que os cristãos deveriam ser mais contemplativos, alguns adeptos do movimento da espiritualidade defendem uma espécie de retiro espiritual - talvez um pouco semelhante aos monges da idade média - como o modelo ideal de cristianismo para o mundo moderno afogado em materialismo individualista, consumismo e indiferença. Assim, igrejas minúsculas, que não evangelizam, não crescem, e que vão minguando a cada ano, como as igrejas dos liberais, podem justificar esta situação de estagnação. O argumento é este: números não expressam qualidade e melhor do que evangelizar multidões e ganhá-las para Cristo é usar as igrejas como uma espécie de mosteiro evangélico, paraísos de contemplação e meditação, onde os crentes que ainda restam podem praticar os exercícios espirituais e se aperfeiçoar, enquanto esperam a morte chegar.

Segundo, o movimento de espiritualidade critica as grandes igrejas por não darem a devida atenção às questões que consideram realmente essenciais. Os espiritualistas as acusam de prosperidade, prestígio, poder e outras coisas que seriam contrárias à teologia da cruz, do sofrimento, da pobreza e da renúncia. Enquanto ficam pregando avivamento, crescimento, conversão, as grandes igrejas esquecem dos pobres, abandonados, excluídos, marginalizados que povoam as periferias e os centros das grandes cidades. Aqui, os ícones são os padres e monges maltrapilhos, sem vintém, que andam pelas ruas recolhendo os bêbados, os sem teto, os drogados e as prostitutas para lhes dar pão, sabão e abrigo. Para eles, o Evangelho reside nisto. Não Lutero ou Calvino, mas Francisco de Assis e Madre Tereza. Dessa perspectiva, igrejas liberais minguantes, cujos últimos membros ainda saem pelas ruas à noite dando o sopão aos desvalidos, podem justificar o status quo.

Bem, há vários pontos do raciocínio líbero-espiritual que me parecem corretos. Como, por exemplo, a crítica pertinente feita à mega-igrejas voltadas para prosperidade, poder e prestígio, sem tempo e sem interesse em exercícios espirituais. Aprecio também a preocupação para com os pobres e necessitados.

Todavia, algumas outras coisas precisam de reparo, como a teimosia dos liberais em não reconhecer que muito do esvaziamento violento sofrido nas suas igrejas nas últimas décadas se deve ao... liberalismo! Em vez de atacar a causa real da sangria que vem acontecendo nas denominações onde eles dominaram os seminários, as instituições e assumiram a sua direção, alguns liberais preferiram adotar uma concepção de cristianismo que justifique o declínio cada vez maior de jovens e o envelhecimento de suas igrejas locais, que é se isolar do mundo para jejuar e meditar, e depois sair para distribuir sopa.

Eu estaria realmente totalmente errado se fosse contra os exercícios espirituais como oração, meditação e jejum, ou ainda contra socorrer os pobres em suas necessidades. Eu sou contra, todavia, em se usar estas coisas como uma cortina de fumaça que oculta as verdadeiras causas da diminuição anual no rol de membros de igrejas liberais. Sou contra a idéia de que igrejas grandes não podem ser espirituais, comprometidas com questões sociais ou oferecer condições para a comunhão de seus membros. Sou contra o conceito de que small sempre é beatiful. Sou contra a idéia de que se uma igreja decadente virar uma ONG, ou um mosteiro, ela legitimiza sua situação de declínio.

Não estou defendendo o movimento de crescimento de igrejas e nem o movimento de igrejas emergentes. Muitas destas igrejas se tornaram grandes por oferecer um Evangelho distorcido, que apela para as necessidades menores e secundárias das pessoas e que deixa de tratar das maiores. Para mim, igrejas pequenas podem e têm sido uma bênção. Nem sempre igrejas são pequenas porque estão morrendo. Mas quando igrejas dominadas por liberais continuam a minguar ano após ano, enquanto aquelas que pregam o Evangelho bíblico crescem, temos de procurar a causa da estagnação na teologia destas igrejas.

Em resumo, pode haver casos em que liberais se tornam seguidores da espiritualidade dos monges da Idade Média porque mosteiros sempre foram um escape para os que nunca quiseram ir ao mundo e ganhá-lo para Cristo.

Por Augustus Nicodemus
Via O Temporas O mores
http://tempora-mores.blogspot.com/

Via: http://www.guiame.com.br/

 
Fonte: http://www.guiame.com.br/v4/106255-1692-Augustus-Nicodemus-comenta-sobre-o-movimento-de-espiritualidade-.html

quarta-feira, 9 de março de 2011

Twittando no trabalho

O Twitter, nova moda da web, parece brincadeira. Mas pode ser uma ferramenta poderosa para enriquecer sua carreira se você souber usá-la.
 
Fonte: http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/twittando-trabalho-484744.shtml

domingo, 6 de março de 2011

International Conference on Ubi-Media Computing na UPM - Universidade Presbiteriana Mackenzie

Data: del 02/07/2011 al 03/07/2011

Lugar: Universidade Presbiteriana Mackenzie, Campus Consolação ( Rua da Consolação 896 )

Descrição

Realizado pela primeira vez fora da Ásia, o evento já passou pelas cidades de Tamsui, em Taiwan; e Jinhua e Lanzhou, na China.

Na ocasião, pesquisadores e cientistas de várias partes do mundo irão discutir temas como aplicativos e middleware para dispositivos móveis, transmissão em 3G e 4G, aplicações da computação embarcada nas áreas de saúde, automobilismo e educação.

Organiza

País: Brasil

Instituição: Universidade Presbiteriana Mackenzie

URL: http://nupro.ufabc.edu.br/umedia2011

Fonte: http://agenda.universia.com.br/mackenzie/2011/02/28/international-conference-on-ubi-media-computing

sábado, 5 de março de 2011

Empresa Jr. Mackenzie promove a XIX Semana de Recrutamento

A Empresa Junior Mackenzie Consultoria da Universidade Presbiteriana Mackenzie realizará entre os dias 4 e 5 de abril a XIX Semana de Recrutamento. O evento contará com a presença de mais de 20 empresas renomadas e a participação é gratuita e aberta a todos os universitários interessados.

Com o objetivo de estreitar a relação entre as empresas dos mais diversos ramos de atuação e o público universitário, as feiras de recrutamento reúnem organizações líderes de mercado e oferecem oportunidades de estágios e trainees, além de oficinas e palestras.

O evento semestral ocorre no Mackenzie há 15 anos e já contou com a presença de mais de 90 mil universitários e, aproximadamente, 100 empresas líderes de mercado. Nesta edição, haverá palestras, workshops e working days, atração na qual os visitantes passarão por um processo de seleção para conhecer o dia a dia das grandes empresas, aprendendo sobre sua cultura e seus valores. São esperados mais de 10 mil visitantes para a próxima edição.

Para garantir a participação na XIX Semana de Recrutamento, os estudantes podem se cadastrar gratuitamente no site www.semanaderecrutamento.com.br ou presencialmente no dia do evento. Além disso, há possibilidade dos interessados se inscreverem no ciclo de palestras que acontecerá nos dias 6 e 7 de abril. A visitação acontecerá no campus no Mackenzie, em São Paulo, das 10h às 22h.

Serviços:

XIX Semana de Recrutamento do Mackenzie
Data: 4 e 5 de abril o evento; 6 e 7 de abril o ciclo de palestras;
Local: Prédio 17, Universidade Presbiteriana Mackenzie – Rua da Consolação, 930 - São Paulo;
Inscrição: Gratuita ( http://www.semanaderecrutamento.com.br/ );
Informações: (11) 3231-0206 / semanaderecrutamento@jrmack.com.br

Fonte: http://www.mackenzie.br/portal/dhtm/assessoria_comunicacao/imprensa/releases.php?ass=927&ano=2011

A Empresa Vista pelo Financeiro

Maiores informações, clique no link abaixo:
http://pt.scribd.com/doc/49656700/AULA-1-GFII

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Vagas para trabalhar em Grande empresa do Segmento Varejista:

ANALISTA CONTÁBIL (cód: A. Cont):

Residência: Osasco ou de fácil acesso à fábrica
Faculdade na área de exatas - Contabilidade
Informática: pacote officer com excel avançado
Experiência em sistema integrado, preferencialmente ERP LINXS
Atividades: toda rotina contábil, fechamento de imposto de renda, conciliação bancária
Salário: R$2.000,00 + VT + VR (R$ 10,00)

ASSISTENTE FINANCEIRO (cód: A. Financ)
Residência: Osasco ou de fácil acesso à fábrica
Ensino médio completo
Informática: pacote officer com excel intermediário / avançado
Experiência em sistema integrado, preferencialmente ERP LINXS
Atividades: rotinas na área contábil, baixa e conciliação bancária, contas a pagar e receber
Salário: R$1.500,00 + VT + VR (R$ 10,00)

GERENTE DE LOJA (cód: GN Loja)
Região: Granja Viana
Informática nível usuário
Perfil alinhado com a moda
Experiência em gerência de loja no ramo da moda
Salário: comissão (VT e VR aos sábados, domingos e feriados).

Os interessados devem enviar CV atualizado para Celina: celina.furlan@allis.com.br, informando o código da vaga de interesse no assunto.


LEANDRO FERREIRA
Assistente de R&S
55 11 2155-9683
leandro.araujo@allis.com.br
http://www.allis.com.br/


Divulgação:
ADMINISTRAÇÃO REFORMACIONAL

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O que você acha dos cartões de débito?

O que você acha dos cartões de débito? Li alguns de seus artigos sobre cartão de crédito e percebi que geri-los pode ser meio complicado e o fato da fatura demorar a chegar complica a vida de muitos brasileiros. Falta controle, é verdade, mas será que começar a usar mais o cartão de débito não é uma boa saída? Recentemente, convenci um primo a usar mais o cartão de débito, de modo que ele comprasse só quando o saldo fosse suficiente. Ele aprovou a mudança. Gostaria de saber sua opinião a respeito disso. Obrigado”.


Cresci ouvindo uma frase, proferida sempre de forma entusiasmada pela minha amada mãe, que é muito pertinente para o tema deste artigo: “Tem dinheiro? Compra. Não tem? Não compra”. Ao ler este texto, minha mãe certamente se lembrará dos inúmeros episódios em que nos debatemos diante de uma decisão financeira. Mas, orgulhosa, dará seu testemunho a favor das atitudes econômicas aprendidas por este humilde blogueiro. Pois é, aprendi a economizar e focar esforços em razão de certos objetivos. Obrigado mãe!

Mas que diabo isso tem a ver com o cartão de débito?

Ora, se você tem dinheiro e quer comprar algo, use o cartão de débito e “sofra” logo! Se não tem dinheiro, cuidado! Se você acha que vai poder comprar o bem até o final do mês - aliás, uma desculpa perfeita para usar o cartão de crédito -, prefira esperar o tal momento chegar. Até lá, economize, trabalhe suas finanças e se prepare para atingir tal objetivo. Assim costumo agir.

O foco deste artigo não é comparar os tipos de cartões (crédito e débito). Cartões são ferramentas criadas para facilitar a troca de dinheiro e a compra de bens e serviços. Isso significa que ambos os tipos de operação, muitas vezes disponíveis numa mesma tarjeta plástica, são úteis e têm seu valor. Acontece que, para aqueles em dificuldades, o cartão de débito é muito mais indicado. Vejamos algumas razões para usá-lo com mais freqüência:

Razão 1: Você só gasta o que tem. Antigamente, era o cheque. Hoje é o cartão de débito. Você vai, compra, passa o cartão e o dinheiro “sai”, na hora, de sua conta corrente. O cheque funcionava bem, mas se o recebedor deixasse de depositá-lo na data presente (ou combinada), todo o orçamento poderia se comprometer. Sim, porque a maioria da população só gerencia suas finanças pela contabilidade mental, que não funciona. Com o cartão de débito não tem erro: comprou, pagou!

Razão 2: Você evita usar, incorreta e incoerentemente, o tempo nas negociações financeiras. Muitas pessoas não sabem lidar com os pagamentos pré-datados do cheque (que termo “velho”, hein?) ou cobrados em datas fixas, posteriores ao ato da compra. É verdade, tem gente que se perde e comumente usa o crédito rotativo do cartão de crédito. Com o débito, o tempo é hoje, agora. Se você sofre para avaliar os danos do crédito em seu orçamento, experimente usar o cartão de débito por alguns meses.

Razão 3: Você desenvolve a disciplina e o controle orçamentário. O que acontecerá se você comprar um produto hoje e, depois de alguns dias, tentar comprar outra coisa e a transação não for completada por conta de saldo insuficiente? Ou você interpreta o acontecimento como chance de avaliar suas finanças e manter um controle mais rígido de seu fluxo de caixa, ou deixa-se levar pela hipocrisia e manda passar “no crédito”.

Repare que quando você usa o cartão de débito, um controle rigoroso das despesas do dia-a-dia se faz necessário. Cada comprovante deve ser lançado em um controle de orçamento, de modo que você analise como os gastos evoluem e defina (e respeite) os limites para as próximas compras. Isso ajuda a criar, tanto em você, quanto em sua família, disciplina.

Razão 4: Você compra melhor. Como conseqüência da reconhecida maior disciplina, é possível aprender a priorizar melhor seus desejos e, assim, seus gastos como um todo. Comprar melhor significa comprar o necessário e o supérfluo, desde que o fluxo de caixa da família, os investimentos periódicos e os objetivos de curto, médio e longo prazos sejam respeitados. Ou comprar o necessário, deixando o supérfluo para a próxima data possível, respeitando os mesmos pontos citados.

Razão 5: O extrato bancário fica mais claro. Quando se usa o cartão de débito, a operação fica registrada no histórico de movimentações de sua conta corrente. Claro, o histórico do cartão de crédito também vem detalhado na fatura. A vantagem do cartão de débito é que essa informação está junto do extrato de sua movimentação, o que facilita o controle e a “fotografia” de sua real situação financeira.

Tenho certeza que você, usuário do cartão de débito, é capaz de listar inúmeras outras razões para justificar seu uso no dia-a-dia. Que tal levarmos adiante este exercício? Experimente listar, no espaço para comentários, as razões que o fazem optar (ou não) pelo cartão de débito. Eu, por exemplo, uso o cartão de débito em pelo menos 60% das transações cotidianas - percentual que vem aumentando bastante.

Se você ainda prefere os cartões de crédito (ou uma combinação saudável de ambos), deixe seu contraponto, mas com clareza no que diz respeito aos pré-requisitos para que a modalidade funcione bem para você - por exemplo: você é organizado? Já teve problemas? O que aprendeu? E por ai vai. Assim, democratizamos as ferramentas de auxílio financeiro e ganhamos todos mais conhecimento.

Autor: Conrado Navarro

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O Empreendedor é fruto da genética ou precisa de formação?

por Flávio Roberto Evangelista De Andrade

Para saber um pouco mais sobre o termo empreendedor deve-se observar certas palavras e seus respectivos significados importantes para obter uma melhor compreensão do assunto.

A palavra Empreender, na língua portuguesa é verbo transitivo direto e significa, segundo o Minidicionário Aurélio, pôr algo em execução, e a palavra empreendimento, um ato de empreender ou que se empreendeu.

Há algum tempo atrás, mais precisamente no século XVII, o termo empreendedor designava o indivíduo que faz algo novo ou que executa ações extremamente importantes e que, de certo modo, modifica a economia ou os negócios.

É na economia francesa, há quatro séculos atrás, que o empreendedorismo ganha força e se torna um assunto mais pesquisado e estudado, inicialmente por pesquisadores economistas, como é o caso de Jean Baptiste Say e Joseph Shumpter. O primeiro pesquisador, criador do termo empreendedor, baseou-se nas ações que o indivíduo realiza para então formular o conceito. O empreendedor para Say seria aquele que consegue mover recursos econômicos de uma área para outra, equilibrando e potencializando as áreas por ele trabalhadas. Say ficou famoso por já no século XIX empregar ao termo empreendedor o sentido daquele indivíduo que gera valor para ele e para a própria sociedade. O segundo pesquisador, já no século seguinte, apresenta a idéia do empreendedor como inovador, aquele que transforma o capitalismo, desenvolvendo ações de ordem criativa ou até mesmo destrutiva, reformulando, revolucionando o modelo de produção da época. Shumpter acreditava que o empreendedor não seria realmente empreendedor se não inovasse nada.

Pesquisas mais recentes realizadas por autores consagrados como Peter Drucker, famoso por escrever vários livros sobre gestão, revelam que o empreendedor precisa não parar nunca, deve também não somente abrir negócios, o que ele considera não ser a essência do empreendedorismo, mas agir aproveitando as oportunidades que vão surgindo pela frente, sem deixar de lado as idéias inovadoras que vão emergindo associadas ao próprio processo de empreender.

De fato, através de pesquisas mais atuais, observa-se que ninguém nasce empreendedor nato. É desenvolvendo algumas habilidades e características da personalidade e até dos próprios talentos, que a pessoa se mostra empreendedor. Logo, alguns desses fatores vão se modificando, sendo melhorados ou não, quando do contato com a família, a escola, o trabalho etc.

Então, ser empreendedor não é resultado exclusivo da genética, mas também de um tripé que forma a base para sê-lo: trabalho, talento e reserva econômica. O empreendedor necessita ser aquela pessoa que gosta do trabalho, se satisfaz com ele e está sempre envolvido em ações construtivas, que o levam a alcançar resultados extremamente positivos. Percebe-se que existe empreendedores nas mais diversas áreas do conhecimento: Administração, Economia, Medicina, Artes etc., entretanto, sem talento, o empreendedor não vai muito longe e não consegue realizar suas ações com o sucesso esperado.

Talento é um dom natural adquirido, é sua inteligência dita excepcional que revela a pessoa como indivíduo grandioso, criador e agregador de valores. Decerto, como pesquisador do tema há vários anos, entendo que, os dois fatores há pouco citados são essenciais para formar um empreendedor, não obstante, este ainda necessite do último fator: reserva econômica. Reserva econômica me refiro aqui ao capital. É o capital elemento necessário pra que o empreendedor possa desenvolver plenamente suas idéias e consequentemente seus empreendimentos.

O capital é o fator responsável por estimular a concretização das idéias incubadas e depois de um tempo implementadas. É o capital, ou melhor dizendo, o capital adequado que será, por si só, a mola impulsionadora para a concretização da própria inovação.

O indivíduo empreendedor necessita também de uma formação específica voltada para o empreendedorismo, pois se por exemplo desejar colocar no mercado uma empresa, deverá ter noções mínimas de implantação e implementação de um plano de negócios.

Fontes atuais encontradas com pesquisas realizadas pelo SEBRAE têm demonstrado que nos últimos 5 anos mais da metade das empresas iniciadas não conseguem sobreviver ao final do seu primeiro ano de vida. Uma das explicações mais coerentes é que a maioria dos empresários e empreendedores, não têm a formação necessária e/ou desconhecem o plano de negócios como instrumento insigne para a realização dos objetivos e fortalecimento das suas empresas num mercado tão competitivo.

Em suma, só para lembrar: para ser empreendedor deve-se nascer com iniciativa e coragem para ousar. O medo faz com que não consigamos a realização do sonho tão comentado pelo autor Fernando Dolabela, uma das autoridades sobre o assunto. Não obstante, o empreendedor que não corre ricos calculados, que não possui liderança, ou que não é otimista ou motivado para agir dificilmente obterá sucesso em seus empreendimentos ou em qualquer coisa que faça.

Fonte: http://www.gestopole.com.br/article.php?article_id=1170

quinta-feira, 8 de abril de 2010

CURSO GRATUITO DE AUXILIAR ADMINISTRATIVO CONTÁBIL E FINANCEIRO

Local: Fundação Bradesco - Cidade de Deus - Osasco/SP

Período: 17/05/ até 14/06/2010 d.C
Carga Horária: 60 horas - Horário: 19h às 22h
Professor Luis Cavalcante (Contabilista e Economista)
Maiores informações: Fone - (11) 3684-4824
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=19801686&tid=5457804772017894510&na=4

quarta-feira, 24 de março de 2010

10º Encontro Brasileiro de Finanças

De 29/7/2010 a 31/7/2010
Agência FAPESP – O 10º Encontro Brasileiro de Finanças será realizado em São Paulo, capital, na Fundação Getúlio Vargas – Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP) entre os dias 29 e 31 de julho.

Organizado pela Sociedade Brasileira de Finanças, o encontro é dividido em quatro áreas de concentração: “investimentos”, “finanças corporativas”, “derivativos e risco” e “econometria e métodos numéricos em finanças”.

Os artigos a serem submetidos devem explicitar uma das áreas de concentração e ser enviados até o dia 19 de abril. Há o limite de três trabalhos por autor.

Os trabalhos enviados em inglês da área de finanças corporativas também serão avaliados para possível publicação em uma edição especial do Journal of Corporate Finance que tratará da América do Sul.

Informações, inscrições e submissões de trabalhos podem ser feitas pelo endereço: www.sbfin.org.br/site

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/11934/agenda/10-encontro-brasileiro-de-financas.htm

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

VIRTUDE OU VENENO

REFLEXÃO: Virtude ou veneno por Rodolfo Garcia Montosa
Publicado em 15.12.2009

“Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda Satanás!”
Mateus 16.23

Minutos atrás desta grande repreensão, o apóstolo Pedro havia sido publicamente elogiado por sua espantosa declaração: “Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo” (v.16). De repente, o discernimento perde lugar para a estultice. O bom comunicador é requisitado a se calar. O sabedor revela ignorância. A boa iniciativa perde lugar para a precipitação. O amigo torna-se inimigo. Mas o que aconteceu?

Pessoas fracassam em sua carreira por fenômenos comportamentais. As falhas na caminhada decorrem de quem realmente as pessoas são e como agem em certas ocasiões. É curioso notar que a mesma virtude adotada em certo ambiente, torna-se defeito quando ultrapassa certos limites.

O remédio torna-se veneno quando aplicado em dosagem excessiva. Qualquer qualidade de personalidade pode ser a própria pedra de tropeço, e o risco é proporcional à amplitude do talento.

Assim é que o autoconfiante torna-se arrogante quando pensa que está sempre certo e os demais sempre errados. O carismático torna-se melodramático quando precisa ser o centro das atenções. O extrovertido torna-se temperamental quando as vulnerabilidades de sua alma dominam suas palavras. O discreto torna-se retraído quando se fecha para as difíceis interações relacionais. O racional torna-se cético quando “acredita” somente na objetividade de dados e fatos.

O perspicaz torna-se ardiloso quando invade os limites de normas e leis. O criativo torna-se excêntrico na busca insaciável de ser diferente. O crítico torna-se resistente quando contrariado em sua opinião. O detalhista torna-se perfeccionista quando se concentra demasiadamente no micro perdendo a visão do macro. O político torna-se bajulador quando teme perder sua popularidade.

Como evitar que nossa melhor virtude não se torne um veneno na caminhada? É fundamental a criação de um ambiente de discernimento e expressão quando se ultrapassa o limite. O melhor tempero é quando se equilibra firmeza com ternura, franqueza com brandura, transparência com respeito, verdade com afeto.

É necessário amigos maduros na caminhada, do tipo que Jesus foi para Pedro ao alertá-lo duramente que estava passando dos limites. Foi assertivo como expressão de amor. E Pedro sabia disso, por isso não ficou melindrado.

Pergunte sempre se sua virtude está virando veneno, se seus atributos tornaram-se defeitos. Perceba o que estão dizendo aqueles que estão interagindo com você, mesmo quando não utilizam palavras.

Aprenda o momento de acelerar, frear, ou dar um passo para trás seguindo a ordem “arreda Satanás”.

Reprodução autorizada desde que mantida a integridade dos textos, mencionado o autor e a fonte como: www.institutojetro.com e comunicada sua utilização através do e-mail artigos@institutojetro.com

Virtude ou veneno por Rodolfo Garcia Montosa

“Mas Jesus, voltando-se, disse a Pedro: Arreda Satanás!”
Mateus 16.23

Minutos atrás desta grande repreensão, o apóstolo Pedro havia sido publicamente elogiado por sua espantosa declaração: “Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo” (v.16). De repente, o discernimento perde lugar para a estultice. O bom comunicador é requisitado a se calar. O sabedor revela ignorância. A boa iniciativa perde lugar para a precipitação. O amigo torna-se inimigo. Mas o que aconteceu?

Pessoas fracassam em sua carreira por fenômenos comportamentais. As falhas na caminhada decorrem de quem realmente as pessoas são e como agem em certas ocasiões. É curioso notar que a mesma virtude adotada em certo ambiente, torna-se defeito quando ultrapassa certos limites.

O remédio torna-se veneno quando aplicado em dosagem excessiva. Qualquer qualidade de personalidade pode ser a própria pedra de tropeço, e o risco é proporcional à amplitude do talento.

Assim é que o autoconfiante torna-se arrogante quando pensa que está sempre certo e os demais sempre errados. O carismático torna-se melodramático quando precisa ser o centro das atenções. O extrovertido torna-se temperamental quando as vulnerabilidades de sua alma dominam suas palavras. O discreto torna-se retraído quando se fecha para as difíceis interações relacionais. O racional torna-se cético quando “acredita” somente na objetividade de dados e fatos.

O perspicaz torna-se ardiloso quando invade os limites de normas e leis. O criativo torna-se excêntrico na busca insaciável de ser diferente. O crítico torna-se resistente quando contrariado em sua opinião. O detalhista torna-se perfeccionista quando se concentra demasiadamente no micro perdendo a visão do macro. O político torna-se bajulador quando teme perder sua popularidade.

Como evitar que nossa melhor virtude não se torne um veneno na caminhada? É fundamental a criação de um ambiente de discernimento e expressão quando se ultrapassa o limite. O melhor tempero é quando se equilibra firmeza com ternura, franqueza com brandura, transparência com respeito, verdade com afeto.

É necessário amigos maduros na caminhada, do tipo que Jesus foi para Pedro ao alertá-lo duramente que estava passando dos limites. Foi assertivo como expressão de amor. E Pedro sabia disso, por isso não ficou melindrado.

Pergunte sempre se sua virtude está virando veneno, se seus atributos tornaram-se defeitos. Perceba o que estão dizendo aqueles que estão interagindo com você, mesmo quando não utilizam palavras.

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

ECONOMIA SUIÇA É A MAIS COMPETITIVA DO MUNDO

Na classificação 2009-2010 do Fórum Econômico Mundial (WEF), a Suíça aparece como a economia mais competitiva do planeta.

Cingapura aparece em 3° lugar. Portugal mantém o 43° lugar e o Brasil é 56°. Na América Latina, o Chile continua liderando (30°).

Apesar da crise econômica, a economia suíça conserva uma excelente capacidade de inovação tecnológica e se caracteriza por sua cultura comercial। A Suíça também deve seu primeiro lugar por seus institutos de pesquisa científica e por estreita colaboração entre as universidades e a economia.

Destaques

Suas instituições públicas estão entre as melhores do mundo e existe uma grande independência do poder judiciário. A infraestrutura é considerada excelente. Os mercados financeiros se enfraqueceram um pouco, refletindo especialmente as dificuldades do setor bancário.

Esses são alguns dos critérios avaliados pelo WEF em que a Suíça se destaca.

Crise nos Estados Unidos

Os Estados Unidos perderam o primeiro lugar na classificação devido à crise no seu sistema financeiro e à deterioração da situação fiscal.

Cingapura subiu dois pontos na classificação e este ano aparece em 3° lugar। Segundo o WEF, a confiança nas instituições foi reforçada e o país também se destaca pela eficácia de seu mercado de bens e mercado de trabalho.

A Suécia mantém-se no 4° lugar em competitividade e a Dinamarca perde dois pontos। A Finlândia está em 6°, à frente da Alemanha (estável) e do Japão (que ganha um ponto)। Seguem-se Canadá (9°) e Holanda (10°).

Portugal mantém-se Entre outros países europeus, a Grã-Bretanha perde um ponto (13°) devido as dificuldades de sua praça financeira. A França se mantém (16°) e a Espanha, muito atingida pela crise, perde quatro pontos (33°). Portugal também mantém sua posição (43°) e a Itália ganha um ponto (48°).

Na América Latina, o Chile mantém sua liderança competitiva (30°) e o Brasil aparece em 56° lugar, ganhando oito posições। O relatório do WEF analisou as economias de 133 países। Os dados foram coletados entre janeiro e junho deste ano.

OS DEZ MAIS COMPETITIVOS

1° Suíça
2° Estados Unidos
3° Cingapura
4° Suécia
5° Dinamarca
6° Finlândia
7° Alemanha
8° Japão
9° Canadá
10° Holanda

Fonte: relatório WEF 2009

Maiores Informações: Claudinê Gonçalves, swissinfo.ch com agências

DIRETOR DE BANCO PRESIDE GRUPO DE ESTUDOS EVANGÉLICOS



Christian Rüegger é diretor executivo do UBS em Zurique e um homem religioso: ele preside a associação dos evangelistas do UBS em Zurique.

O suíço ressalta que a fé não tem nenhuma influência no seu trabalho.

O sol bate contra o prédio da administração do UBS em Oerlikon, de nobre e discreta tonalidade cinza. Um funcionário da recepção, trajando um terno fino e bem cortado, leva o visitante a uma sala com ar condicionado e lhe oferece água.

O diretor executivo no UBS de Zurique, Christian Rüegger, aparece com seu blazer preto e camiseta cinza sem gravata. Ele não dará nem informações sobre o banco e a atual crise, já informa de antemão. Assim já são descartadas as questões sobre bonificações, salário dos executivos, processos na justiça e outras semelhantes desde o início. O tema da conversa é claramente dominado pela ética de banqueiros cristãos.

"Não penso que o fato de ser evangelista influencie as decisões que tomo no banco. Eu decido segundo fundamentos empresariais. Em primeiro lugar oriento-me segundo os interesses do banco. Meus critérios são de natureza econômica e não sociais ou humanas", explica Christian Rüegger.

As linhas diretrizes do seu trabalho não são concretamente a Bíblia, mas as do banco. "Assumo-me como cristão, mas escolhi o banco como atividade profissional". Ser cristão significa para Rüegger ter um relacionamento pessoal com Deus. Isso não traz automaticamente uma implicação social.

"Seria o falso lugar"

O trabalho diário do funcionário de 59 anos não tem nada a ver com os negócios internacionais do UBS. Como diretor executivo em Zurique, ele toma "decisões relacionadas a empresas ou pessoas privadas com dificuldades para sobreviver financeiramente. Devido a escolha de produtos deficientes ou erros na condução dos negócios da empresa, eles estão passando dificuldades e vêm para buscar injeção de novo capital". A crise financeira agravou ainda mais a situação, mas este tipo de empresa sempre existiu

Ele não tem nenhum problema em trabalhar para um banco sendo evangelista. "Dinheiro para mim é um instrumento de trabalho como a madeira o é para marceneiros, e não mais do que isso. Para mim a caça aos lucros e muito dinheiro não estão em primeiro plano."

Ter lucros é para uma empresa algo de normal e também positivo. "Se trabalhasse para um banco que estivesse atuando em meu setor de uma forma não ética, então estaria no lugar errado."

Christian Rüegger trabalha há quase trinta anos para o UBS em Zurique. "Há trinta anos também sou um evangelista. Não tenho mais nenhum problema em assumir que acredito em Jesus Cristo."

Estudos bíblicos

Rüegger foi um dos fundadores da associação de evangelistas do UBS em 1993. Nessa "associação cristã do UBS" reúnem-se os funcionários convertidos do UBS. Ela organiza cultos religiosos e também grupos de estudos bíblicos.

A reunião dos evangelistas ocorre a cada dia da semana, com exceção de sábado e domingo, dentro do UBS na região de Zurique. O próprio Rüegger lê a bíblia para seus companheiros de fé no "grupo bíblico da quinta-feira."

"Como vejo, o número de membro dos nossos grupos bíblicos não cresceu devido a crise financeira", ressalta o banqueiro. Ao contrário, "através das demissões na empresa, o número de membros chegou a diminuir em alguns grupos."

A motivação de ler em conjunto a Bíblia com colegas de trabalho e não apenas nas igrejas é o sentimento de estar em grupo. "Viver a coletividade é muito importante para cristãos. Crentes como nós procuram o espírito de grupo e a troca de idéias com outros. Isso dá a eles força para saber que o outro é como eu, da mesma fé, estão no mesmo caminho."

Os grupos bíblicos do banco são abertos a todos os interessados, porém os que participam são "em primeiro lugar cristãos que acreditam em Jesus Cristo incondicionalmente e levam a sua vida como evangelistas a sério, orientando-se pelos preceitos bíblicos. Em parte são membros das igrejas normais ou de igrejas independentes como a Comunidade Livre Evangélica, a Chrischona ou as comunidades missionárias", diz, ressaltando que, em grande maioria, os membros vêm das igrejas livres, pois costumam ser mais engajados do que as pessoas das igrejas tradicionais.

Definições

Questionado se a orientação do seu grupo bíblico é evangélico, Rüegger responde: "Eu não gostaria de utilizar a palavra evangélica, pois ela tem uma conotação negativa. Em termos somos, de fato, evangélicos. Mas o engajamento das pessoas pela palavra de Deus e o Evangelho é o que nos qualifica. Este engajamento não significa ser fundamentalista. No fundo não vejo essa posição como falsa". A opinião popular se tornou negativa em relação às expressões "fundamentalista" e "evangelista".

O banqueiro e pai de família prefere não comentar mais nada sobre a visão concreta de mundo dos evangelistas do UBS. Ela só será dada no momento em que o microfone for desligado.

Algumas passagens ditas por ele em um artigo recentemente publicado foram mal interpretadas dentro do banco. Ele também não revela mais concretamente para quem rezam. "Pedimos simplesmente a Deus para que ele dê uma liderança sábia ao UBS."

"Deus ama banqueiros"

Rüegger representa os evangelistas do UBS na associação dos grupos bíblicos de bancos, do qual ele também é o diretor. Ela reúne outros grupos de preces e estudos bíblicos dos vários bancos e serve como ponto de contato. "A cada ano nosso grupo convida um orador proeminente", revela.

"São personalidades do mundo empresarial ou da política e que contam, de forma franca, prática e autêntica, como a sua fé é vivida no seu cotidiano", escreve o site do grupo. Em 2009, o orador agendado é Kurt Bühlmann, chefe do setor de administração de fortunas do UBS para as Américas. Seu tema: "Deus também ama os banqueiros."

CHRISTIAN RÜEGGER
O diretor executivo de 59 anos no UBS de Zurique fez sua carreira no setor, onde entrou após fazer uma formação profissional de funcionário de banco. Depois seguiu vários cursos executivos. Ele é casado e tem cinco filhos já crescidos.

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EVANGELISMO
É uma concepção originária de "evangélico"; o Evangelismo é um movimento teológico originário do Protestantismo, mas que não se limita a ele, que crê na necessidade de o indivíduo passar por uma experiência de conversão ("nascer de novo", "aceitar Jesus") e que adota a Bíblia como única base de fé e prática. (Wikipédia em português)

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SITES RELATIVOS

Grupos Bíblicos de Banqueiros (alemão)

Associação Evangélica de Funcionários do UBS (alemão)

Evangelismo - Wikipédia em português

FONTE: Eveline Kobler, swissinfo.ch, maiores informações CLIQUE AQUI.